
terça-feira, 1 de setembro de 2009
UMA NOVA MENTALIDADE MINISTERIAL
Sabemos que o caminho é estreito (Mateus 7.13), que devemos morrer para viver (2 Coríntios 4.10), perder para ganhar (Mateus 16.25), mas ao mesmo tempo, precisamos entender o que significa: “Vinde a mim todos os que estais cansados, aflitos, tristes e oprimidos pelo peso do vosso fardo e vos darei descanso”, propondo uma chance de mudar sua maneira de trabalhar, para que recompor nossas forças e sermos reanimados para continuar a servir dentro de uma nova mentalidade ministerial.
Começando pelo “Tomar sobre nós o seu jugo”, encontramos uma peça de madeira que se prendia com correias ao pescoço de animais de carga, para que assim pudessem puxar uma carroça ou arado, uma figura que pode ser relacionada ao “tome a sua cruz e siga-me” (Lucas 14), representando tomar sobre nós o seu testemunho, nosso chamado e missão, para que em obediência incondicional o sigamos (Em Filipenses 4.3 Paulo chama a Sízigo de fiel companheiro de Jugo, como homens ligados e unidos pelo ofício e ministério).
“Aprendei de mim”, avaliem, olhem atentamente para mim e aprendam pela prática como cumprir sua vocação, aprendendo a andar com “Mansidão”. Se quisermos cumprir nosso chamado, devemos aprender a aceitar aquilo que nos é proposto sem resistência, movimentos bruscos e instintivos como de selvagens indomáveis que não aceitam o que está sendo colocado sobre eles.
Esse espírito manso e humilde fala da disposição íntima e pessoal com a qual aceitamos sua forma de lidar conosco, entendendo como sendo a melhor, sem disputar, sem resisti-lo, confiando inteiramente Nele, mais do que em nossas próprias forças e instinto de defesa e auto-preservação. Se queremos experimentar uma nova mentalidade ministerial, onde se serve com responsabilidade sem peso opressor, devemos nos tornar aptos para viver essa “Mansidão”.
Porém, conhecendo nossa natureza altiva e independente, é provável que Deus tenha que usar da força para nos tornar mansos (Em sentido figurado como se amansa um resistente animal selvagem), usar sua autoridade Paterna para que pela experimentação, correção e ensino, sejamos refreados em nossos impulsos, tornando-nos obedientes em um novo nível de entrega e confiança pacífica.
Por isso passamos por situações que revelam tudo o que não queríamos ver em nós mesmos, encorajando-nos a buscar um caráter ensinável e a conhecer o Deus Pai que investe todo o tempo em nosso crescimento.
Em Mateus 5.5 ao contrário do que pensamos, talvez por causa das nossas traduções, Jesus diz aos homens simples que estavam a sua volta: Em marcha! Avante os Mansos que em humildade Herdarão a terra (Salmo 37.11), que se tornarão participantes por direito, manifestando sobre a Terra o Reino de justiça e paz. Pois dos humildes e pobres de espírito é o Reino dos Céus, opondo-se a glória fugaz dos impérios do mundo, aqueles que pela consciência pacificada, herdam a graça de Deus, a autoridade de Cristo, o sopro de vida e as evidencias do fruto do Espírito.
Buscai o Senhor, vós todos os mansos da terra, que cumpris o seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura, lograreis esconder-vos no dia da ira do Senhor. Sofonias 2.3
Quando Jesus diz Manso e Humilde acreditamos estar falando de níveis de humildade, primeiramente de uma humildade expressa na entrega pacifica e depois na humildade revelada na convicção e persistência do nosso posicionamento.
Esse termo “Humildes” aparece literalmente no sentido daqueles que não se levantam do chão, em posição de humilhação, como em uma condição de rebaixar-se, descer um degrau. O que isso significa? Filipenses 2.5 fala que Cristo sendo Deus resolveu esvaziar-se e a si mesmo se humilhou, ou seja, ele não foi humilhado, mas escolheu se humilhar tornando-se obediente até a morte, e a morte de cruz, e a partir disso Deus o Exaltou dando-lhe o nome de Senhor acima de todo nome.
Esse segundo nível de humildade não fala apenas de aceitarmos passivamente algumas situações em que somos humilhados, mas fala de escolhermos nos humilhar sujeitando-nos a poderosa mão de Deus para que o momento determinado sejamos exaltados Nele, por Ele e para Ele (1 Pedro 5.6). O entendimento dessa mansidão e humildade aquietará nosso coração e mesmo que o mundo desabe, encontraremos descanso Nele para vossas almas.
Por fim, lembremos que seu jugo é suave, que na versão Espanhola Reina Valera, aparece como “fácil de levar” e no original grego como “útil e próprio para uso no sentido de ser bom, agradável e virtuoso no sentido de eficácia em atingir objetivos e sua finalidade”. Primeiro observamos com que disposição de coração devemos aceitar o jugo, depois vemos que seu fardo, a carga colocada sobre o Julgo, é leve (Mateus 11.30). O que Ele pode estar querendo nos dizer com isso?
Paralelo entre duas Mentalidades
A princípio está sendo estabelecido um paralelo entre a mentalidade religiosa e a mentalidade da graça, convidando-nos a trocar de julgo, a deixarmos o ministério da letra morta (2 Coríntios 3.6), para olharmos pra dentro de nós mesmos e sermos imitadores de Deus como filhos amados, andando em amor como Cristo andou (Efésios 5.1).
Esse paralelo é interessante porque para os judeus fariseus (Não generalizando lembrando existir bons fariseus, incluindo Jesus, apesar dele não ser partidário) o Messias não vinha por causa dos adúlteros, prostitutas e dos pecadores, assumindo uma postura religiosa rígida, carregada de moralismo colocando fardos (cargas – ordenanças humanas sem valor nenhum contra a natureza do pecado) difíceis de carregar sobre os ombros, porém eles mesmos como ministros não conseguiam e não tinham disposição em carregar (Mateus 23.4).
Nesse contexto de jugo pesado, Jesus diz mais uma vez: Que o maior dentre vós seja vosso servo, pois quem a si mesmo se exaltar será humilhado e quem se humilhar será exaltado (Mateus 23.11), comparando os homens que servem no ministério da lei com uma mentalidade religiosa a sepulcros caiados, formosos e admiráveis por fora, mas podres pela iniqüidade por dentro (Mateus 23.27), exortando-os a limparem primeiro o seu interior, a olharem para dentro de si mesmos diante de um Deus que não vê como vê o homem.
Essas palavras Jesus declaram legalizam setenta anos depois a destruição do templo em Jerusalém (Mateus 23.37-39), para levantar uma nova casa espiritual onde se presta sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por meio de Cristo Jesus (1 Pedro 2.5), dentro de uma nova mentalidade ministerial. Busquemos entender o caminho proposto por Cristo através da mansidão e da humildade, pois o jugo proposto, representado no serviço e ministério, é útil, cheio de virtude e bondade, eficaz para transformar as nossas vidas e nossas cidades.Jesus chama-nos para o ministério do Espírito, que é ativado a partir da nossa identificação com Cristo, quando assumimos nossa morte pacificamente e em humildade, sem peso de ordenanças de homens, corremos uma carreira que nos é proposta (Hebreus 12.1-2).
O querer e o Realizar
Em Filipenses 2.13-16 Paulo diz: “... porque Deus é que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas, para que sejais irrepreensíveis no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo, retendo a palavra da vida, para que, no dia de Cristo, possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão.“ Está falando que Deus deve “operar” em nós tanto o “querer” como o “realizar”, segundo a sua “boa vontade”, então, não murmuraremos e nos gloriaremos no dia de Cristo de não ter corrido em “vão”.
Tudo que tem vida e propósito está em Deus, que não é apenas quem realiza através de nós, mas é também quem gera o querer realizar segundo sua boa vontade revelada a nós. Isso quer dizer que antes do realizar precisamos permitir que Ele venha gerar o querer. A palavra para “operar” é “energeo”, que originou o termo energia, significando que Deus deve ser o gerador da forma que nos move naquilo que realizamos.A quebra desse princípio tornará o ministério pesado demais e inevitavelmente acabaremos caindo em murmurações tornando-nos digno de repreensão e reprovação.
Em Atos 21.11-13, após uma palavra profética, todos suplicavam para que Paulo não fosse a Jerusalém, porém, ele diz estar preparado não só para ser preso, mas para ser morto, porque Deus mesmo havia “energeo”, gerado o querer dentro dele e isso não lhe era pesado, talvez as pessoas a sua volta não entendessem a sua disposição e a leveza com a qual superava todas as situações do seu ministério, mas assim Paulo avançava.
Mesmo passando por grande sofrimento ele declara: “Trazemos porém, este tesouro em vasos de barro, para que esse incomparável poder seja de Deus e não de nós. Somos atribulados por todos os lados, mas não esmagados, postos em extrema dificuldade, mas não vencidos pelos impasses ou situações aparentemente sem solução, perseguidos, mas não abandonados, prostrados em terra, mas não aniquilados.
Incessantemente e por toda a parte trazemos em nosso corpo a agonia de Jesus, a fim de que a vida de Jesus seja também manifestada em nosso corpo. Com efeito, nós embora vivamos, somos sempre entregues a morte por causa de Jesus, a fim de que também a vida de Jesus seja manifestada em nossa carne mortal. Assim a morte trabalha em nós, a vida, porém, em vós. Por isto não nos deixamos abater. Pelo Contrário, em borá em nós, o homem exterior vá caminhando para sua ruína, o homem interior se renova dia a dia. Pois nossas tribulações momentâneas são leves em relação ao peso eterno de glória que elas nos preparam até o excesso (Acima de toda comparação). Não olhamos para as coisas que se vêem, mas para as coisas que não se vêem, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.” (1 Coríntios 4.17-18).
Reconhecemos que Paulo se tornou um homem manso e humilde, passando por todo tipo de situação, a fim de que s a vida do Senhor se manifestasse nele. Sabemos também que humanamente falando, os sofrimentos de Paulo não foram leves, para isso, basta você pesquisar um pouco, porém o que temos certeza é que quando Deus gera o querer, todo o seu realizar se torna leve.
Por isso, queremos concluir dizendo que aquilo que é feito segundo a boa vontade de Deus é leve e produz para nós “eterno peso de glória, acima de toda comparação”. E seguindo um pensamento lógico de proporção podemos afirmar que: Se aquilo que é feito com leveza produz peso de glória, o que é feito com peso produz leveza de glória. Quando o mistério se torna pesado, a probabilidade de estarmos em prática de obras mortas e experimentarmos a frustração de ter corrido em vão, se torna muito grande.
Tudo que tentamos fazer por nós mesmos se torna pesado demais para se concretizar e somente aqueles que se rendem integralmente a boa vontade de Deus, se alegrarão de não ter corrido em vão, de não terem vivido uma vida religiosa estéril, desprovida de vida, riqueza espiritual e propósito. Portanto, busquemos em Deus reconhecer a natureza da missão que temos carregado, para que então possamos aderir sua proposta de serviço ministerial que exigirá de nós comprometimento total, porém, nos dará vida no Espírito e leveza para corrermos com velocidade, leveza e autoridade em Cristo.
Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Colossenses 3:12
Fraternalmente em Cristo
Anderson Bomfim
terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Diário | Viagens Missionárias | Parte I
Saudações Pessoal
Que seus corações e mentes permaneçam sendo consumidos pelo anseio do Espírito de Deus para esses dias! Quero compartilhar aqui com vocês de forma bem resumida como têm sido nossas últimas viagens. Como muitos que nos conhecem sabem, alguns anos a Andréa tem se sacrificado trabalhando para que possamos avançar na pregação do evangelho do Reino, e esse ano, nos dias 13 a 23 de fevereiro, pude levá-la para conhecer alguns campos onde temos trabalhado. Primeiramente passamos pela Igreja de Matinhos, uma jovem igreja que vem se desenvolvendo desde a escola realizada em 2007, foi muito especial poder estar com os santos alguns dias e ficamos felizes com a forma como fomos recebidos, eu a Andrea, as meninas e o pessoal da Equipe que chegou no dia 14. Aproveitamos a proximidade para visitar a congregação Gileade em Paranagua onde temos irmãos e amigos companheiros de jornada a alguns anos, ali tivemos a oportunidade de ceiarmos em um almoço junto com todos os irmãos da congregação local e a Missão Mobilização.
Depois do litoral paranaense partimos para o interior de Minas, mais especificamente, Pequi, aproximadamente 100 km de Belo Horizonte. A dois anos vem se desenvolvendo o projeto de um Seminário, um Centro Integrado de Formação e aperfeiçoamento para a restaração, CEIFAR. Durante o último ano a Andréa e as meninas têm entendido o fato de eu ter que estar fora as vezes de dez a quinze dias, mas ainda não haviam visto com seus próprios olhos o que estava acontecendo por lá. Então partimos para uma longa viagem de carro de 1100 km.
Foram dias Incríveis! Nesses dias de carnaval acontece pelo segundo ano, uma conferencia de abertura da Escola Ceifar e esse ano todos nós fomos surpreendidos com a forma como céus e terra alcançaram um alto nível de correspondencia. Foram dias marcantes e o que mais foi especial pra mim, foi ver a alegria da Andréa e das meninas em ver tantos jovens sendo ativados para o chamado de Deus para suas vidas. Foi como se elas pudessem estar conhecendo o fruto de seu trabalho, sacrificio e investimento. As vezes precisamos ver com nossos próprios olhos aquilo que deus está fazendo nos campos, pois isso nos dará forças para romper e irmos além de onde temos ido. Essa primeira estapa da viagem foi muito importante para nós como família e abriu novas perspectivas para esse ano de 2009, um ano de novos desafios que exigem de nós novos níveis de fé e ousadia no chamado do Senhor para nossas vidas.
Chegamos em Curitibadia 22 de fevereiro, tivemos alguns encontros com lideranças locais e no dia 01 de março tivemos uma reunião importante e definitiva com a equipe. No dia 04 de março retornamos para Minas Gerais, chegamos em BH na Quinta feira 11;30hrs (Eu e o Rafael Borges), de onde partimos para Pequi, onde tivemos um tempo com os novos alunos do Ceifar que estavam em semana de adaptação (Lá encontramos também com oFelipe Veronezi que chegou uns dias antes para ajudar na organização da escola).
Na Quinta (Dia 05) a noite, ministramos na congregação da cidade(Comunidadeda Fé), vinculada a rede basileia, onde falamos sobre o primeiro valor que temos entendido como base da visão de Deus para o estabelecimento das congregações da rede.Falamos sobre a igreja ser uma família e tudo que envolve se posicionar a partir dessa proposta (Considadãos dos santos e família de Deus). Uma congregação muito nova mas que tem contato com apoio de alunos que se formaram em 2008 e tem mostrado um campo com muito potencial de desenvolvimento.
Na sexta pela manhã falamos aos alunos sobre a proposta pedagógica, dicatica e curricular da escola. Na sexta a tarde ainda partimos para Contagem e de lá (Eu, rafael, felipe e Thiago Aluno do Ceifar que viabilizou a Escola Sacerdócio real em Ipatinga) para a cidade de Ipatinga com o carro do kaká (Presbitério Ceifar), onde chegamos por volta das 22:30.
Fomos recebidos pela equipe que se propos a organizar a escola na cidade. A princípio investimos um tempo em pessoas da equipe, e no sábado por volta as 14:00horas iniciamos as ministrações, fazendo uma introdução a respeito da proposta da Escola Sacerdócio real, abordando um pouco sobre quebra de estruturas de pensamento e depois falamos sobre a importancia da restauração da paternidade.
Além de um bom número de jovens presentes, estavam presentes na escola sete pastores que representavam diferentes congregações da cidade, creio que a princípio com objetivo de nos conhecer e conhecer a proposta da escola. Talvez esse encontro possa abrir caminho para treinarmos santos para o desenvolvimento do seu serviço na cidade e fazermos mobilizações locais. Ficamos surpresos com a disposição dos jovens da cidade e a receptividade, estejamos orando por esse grupo e pelo direcionamento de Deus para o próximo encontro previsto para o mês de Maio.
Terminamos o módulo de domingo (Identidade e Estatura de Filhos de Deus) porvolta de 12:00, almoçamos com alguns irmãos e logo partimos para BH, onde chegamos porvolta das 17:30 e logo nos encontramos com o fábio e a Pricila uma nova participante da equipe ministerial Rugido do Leão. Nos encontramos no espaço de uma congregação onde identiticamos potencial para servir de base para mobilizações Manifesto em Contagem (Espaço Vida de Deus Líderes Wilson e Marcia Lembrem-se de orar por eles). Ali tivemos uma breve reunião e logo partimos novamente para Pequi, onde devemos ter chegado nas primeiras horas da madrugada.
Na manhã da segunda feira começamos a jornada de aulas para a primeira turma, tendo como tema "Quebra de fortalezas que se levantam contra o conhecimento de Deus". Uma semana muito importante para que os alunos estejam abertos para assimilar o conteudo proposto pela escola. Eu e o Fábio seguimos a dinâmica de falarmos juntos e como sempre isso é muito bom, falamos assim nas manhãs e nas noites seguimos a direção daquilo que parecia bem ao Espírito e a nós. A princípio os alunos ficaram bem agitados, o que é bastante normal quando trata-se de quebra de paradigmas mentais, sofismas e altivez, mas conforme as ministrações iam avançando a correspondencia era cada vez melhor.
Na quinta feira a noite (Dia 12) voltamos a ministrar com todos os alunos na congregação da cidade, procurando fortalecer o vínculo da escola com a congregação e com a cidade. Nessa noite realmente fomos surpreendidos por Deus. Começamos falando sobre ser cheios do espírito falando entre vós com salmos,hinos e canticos espírituais e começando com "Aleluia", conforme ministravamos essa canção já percebia que nossas vozes ecoavam em uma outra dimensão, como se um grande coral estive se unindo a nós, conversando com o Fábio entendemos de fazer algumas declarações com relação a cidade, a partir daí algumas declarações foram feitas e o ambiente todo se transformou. Foi incrível! " Aleluia, Salvação e Glória, pertencem ao Senhor de toda a Terra, Poderoso Deus!". Na quinta feira a noite ainda, os alunos da primeira turma prepararam uma recepção para os novos alunos, foi muito bom!
Na sexta pela manha houve um fechamento com um tempo de ativação de dons e capacitações proféticas, um tempo muito especial onde já pudemos ver os alunos correspondendo ao Espírito de maneira bem mais livre e intensa! Ainda na sexta antes de partir tivemos uma última reunião com o presbitério (Anderson Fábio Kaká e Kelvin) e percebo que estamos vivendo um novo momento também como liderança, com propósitos mais claros e definidos, continuemos orando por esse presbitério e por toda a equipe que tem trabalhado duramente para que a escola esteja cada vez melhor, estamos com uma boa equipe que ficou na escola para assumir áreas como secretaria, cozinha, patrimonio e administração.
Saindo um pouco tarde chegamos no aeroporto em cima da hora (Ganhamos uma passagem área para voltar pra casa mais rápido, aleluia!!) e assim chegamos em Curitiba sexta feira 22:00 horas. Esse foi mais ou menos o roteiro da nossa jornada de trabalho esses últimos dias. Espero que aqui todos vcs também tenham estado atentos a toda a movimentação que está acontecendo e onde e com o que cada um deve se ocupar esses dias.
Fraternalmente em Cristo
Anderson Bomfim
Que seus corações e mentes permaneçam sendo consumidos pelo anseio do Espírito de Deus para esses dias! Quero compartilhar aqui com vocês de forma bem resumida como têm sido nossas últimas viagens. Como muitos que nos conhecem sabem, alguns anos a Andréa tem se sacrificado trabalhando para que possamos avançar na pregação do evangelho do Reino, e esse ano, nos dias 13 a 23 de fevereiro, pude levá-la para conhecer alguns campos onde temos trabalhado. Primeiramente passamos pela Igreja de Matinhos, uma jovem igreja que vem se desenvolvendo desde a escola realizada em 2007, foi muito especial poder estar com os santos alguns dias e ficamos felizes com a forma como fomos recebidos, eu a Andrea, as meninas e o pessoal da Equipe que chegou no dia 14. Aproveitamos a proximidade para visitar a congregação Gileade em Paranagua onde temos irmãos e amigos companheiros de jornada a alguns anos, ali tivemos a oportunidade de ceiarmos em um almoço junto com todos os irmãos da congregação local e a Missão Mobilização.
Depois do litoral paranaense partimos para o interior de Minas, mais especificamente, Pequi, aproximadamente 100 km de Belo Horizonte. A dois anos vem se desenvolvendo o projeto de um Seminário, um Centro Integrado de Formação e aperfeiçoamento para a restaração, CEIFAR. Durante o último ano a Andréa e as meninas têm entendido o fato de eu ter que estar fora as vezes de dez a quinze dias, mas ainda não haviam visto com seus próprios olhos o que estava acontecendo por lá. Então partimos para uma longa viagem de carro de 1100 km.
Foram dias Incríveis! Nesses dias de carnaval acontece pelo segundo ano, uma conferencia de abertura da Escola Ceifar e esse ano todos nós fomos surpreendidos com a forma como céus e terra alcançaram um alto nível de correspondencia. Foram dias marcantes e o que mais foi especial pra mim, foi ver a alegria da Andréa e das meninas em ver tantos jovens sendo ativados para o chamado de Deus para suas vidas. Foi como se elas pudessem estar conhecendo o fruto de seu trabalho, sacrificio e investimento. As vezes precisamos ver com nossos próprios olhos aquilo que deus está fazendo nos campos, pois isso nos dará forças para romper e irmos além de onde temos ido. Essa primeira estapa da viagem foi muito importante para nós como família e abriu novas perspectivas para esse ano de 2009, um ano de novos desafios que exigem de nós novos níveis de fé e ousadia no chamado do Senhor para nossas vidas.
Chegamos em Curitibadia 22 de fevereiro, tivemos alguns encontros com lideranças locais e no dia 01 de março tivemos uma reunião importante e definitiva com a equipe. No dia 04 de março retornamos para Minas Gerais, chegamos em BH na Quinta feira 11;30hrs (Eu e o Rafael Borges), de onde partimos para Pequi, onde tivemos um tempo com os novos alunos do Ceifar que estavam em semana de adaptação (Lá encontramos também com oFelipe Veronezi que chegou uns dias antes para ajudar na organização da escola).
Na Quinta (Dia 05) a noite, ministramos na congregação da cidade(Comunidadeda Fé), vinculada a rede basileia, onde falamos sobre o primeiro valor que temos entendido como base da visão de Deus para o estabelecimento das congregações da rede.Falamos sobre a igreja ser uma família e tudo que envolve se posicionar a partir dessa proposta (Considadãos dos santos e família de Deus). Uma congregação muito nova mas que tem contato com apoio de alunos que se formaram em 2008 e tem mostrado um campo com muito potencial de desenvolvimento.
Na sexta pela manhã falamos aos alunos sobre a proposta pedagógica, dicatica e curricular da escola. Na sexta a tarde ainda partimos para Contagem e de lá (Eu, rafael, felipe e Thiago Aluno do Ceifar que viabilizou a Escola Sacerdócio real em Ipatinga) para a cidade de Ipatinga com o carro do kaká (Presbitério Ceifar), onde chegamos por volta das 22:30.
Fomos recebidos pela equipe que se propos a organizar a escola na cidade. A princípio investimos um tempo em pessoas da equipe, e no sábado por volta as 14:00horas iniciamos as ministrações, fazendo uma introdução a respeito da proposta da Escola Sacerdócio real, abordando um pouco sobre quebra de estruturas de pensamento e depois falamos sobre a importancia da restauração da paternidade.
Além de um bom número de jovens presentes, estavam presentes na escola sete pastores que representavam diferentes congregações da cidade, creio que a princípio com objetivo de nos conhecer e conhecer a proposta da escola. Talvez esse encontro possa abrir caminho para treinarmos santos para o desenvolvimento do seu serviço na cidade e fazermos mobilizações locais. Ficamos surpresos com a disposição dos jovens da cidade e a receptividade, estejamos orando por esse grupo e pelo direcionamento de Deus para o próximo encontro previsto para o mês de Maio.
Terminamos o módulo de domingo (Identidade e Estatura de Filhos de Deus) porvolta de 12:00, almoçamos com alguns irmãos e logo partimos para BH, onde chegamos porvolta das 17:30 e logo nos encontramos com o fábio e a Pricila uma nova participante da equipe ministerial Rugido do Leão. Nos encontramos no espaço de uma congregação onde identiticamos potencial para servir de base para mobilizações Manifesto em Contagem (Espaço Vida de Deus Líderes Wilson e Marcia Lembrem-se de orar por eles). Ali tivemos uma breve reunião e logo partimos novamente para Pequi, onde devemos ter chegado nas primeiras horas da madrugada.
Na manhã da segunda feira começamos a jornada de aulas para a primeira turma, tendo como tema "Quebra de fortalezas que se levantam contra o conhecimento de Deus". Uma semana muito importante para que os alunos estejam abertos para assimilar o conteudo proposto pela escola. Eu e o Fábio seguimos a dinâmica de falarmos juntos e como sempre isso é muito bom, falamos assim nas manhãs e nas noites seguimos a direção daquilo que parecia bem ao Espírito e a nós. A princípio os alunos ficaram bem agitados, o que é bastante normal quando trata-se de quebra de paradigmas mentais, sofismas e altivez, mas conforme as ministrações iam avançando a correspondencia era cada vez melhor.
Na quinta feira a noite (Dia 12) voltamos a ministrar com todos os alunos na congregação da cidade, procurando fortalecer o vínculo da escola com a congregação e com a cidade. Nessa noite realmente fomos surpreendidos por Deus. Começamos falando sobre ser cheios do espírito falando entre vós com salmos,hinos e canticos espírituais e começando com "Aleluia", conforme ministravamos essa canção já percebia que nossas vozes ecoavam em uma outra dimensão, como se um grande coral estive se unindo a nós, conversando com o Fábio entendemos de fazer algumas declarações com relação a cidade, a partir daí algumas declarações foram feitas e o ambiente todo se transformou. Foi incrível! " Aleluia, Salvação e Glória, pertencem ao Senhor de toda a Terra, Poderoso Deus!". Na quinta feira a noite ainda, os alunos da primeira turma prepararam uma recepção para os novos alunos, foi muito bom!
Na sexta pela manha houve um fechamento com um tempo de ativação de dons e capacitações proféticas, um tempo muito especial onde já pudemos ver os alunos correspondendo ao Espírito de maneira bem mais livre e intensa! Ainda na sexta antes de partir tivemos uma última reunião com o presbitério (Anderson Fábio Kaká e Kelvin) e percebo que estamos vivendo um novo momento também como liderança, com propósitos mais claros e definidos, continuemos orando por esse presbitério e por toda a equipe que tem trabalhado duramente para que a escola esteja cada vez melhor, estamos com uma boa equipe que ficou na escola para assumir áreas como secretaria, cozinha, patrimonio e administração.
Saindo um pouco tarde chegamos no aeroporto em cima da hora (Ganhamos uma passagem área para voltar pra casa mais rápido, aleluia!!) e assim chegamos em Curitiba sexta feira 22:00 horas. Esse foi mais ou menos o roteiro da nossa jornada de trabalho esses últimos dias. Espero que aqui todos vcs também tenham estado atentos a toda a movimentação que está acontecendo e onde e com o que cada um deve se ocupar esses dias.
Fraternalmente em Cristo
Anderson Bomfim
sábado, 24 de janeiro de 2009
Uma Equipe Ministerial | Parte II
INTRODUÇÃO
Segundo Rick Joyner: “Paulo foi chamado para ser um apóstolo muitos anos antes de ser comissionado. Então quando alguém sabe que foi comissionado? Se você se faz essa pergunta é porque isso ainda não aconteceu. Quando o Senhor comissionar você para um ministério, você irá saber. O tempo entre o chamado e o comissionamento é o tempo de preparação, esse deve ser um tempo em que nós estamos especialmente crescendo nos dons espirituais que nos foram dados em preparação para o ministério. Apesar disso, quando a comissão vem, há um acréscimo de autoridade e unção que vem com ela. A comissão é um endosso especial do próprio Senhor que ele reconhece e dá suporte ao nosso ministério”.
Comprometimento para com Deus e o próximo.
Desde o começo, a Missão Mobilização, representa para nós uma forma de viver o “Amor e o Compromisso provado em atitudes”, e por esse ideal de vida prática temos nos esforçado, entendendo que diariamente esse amor será proporcional a medida de comprometimento com o chamado e o comissionamento. A princípio, esse entendimento parece ser algo elementar da nossa fé, porém a cada dia essa fé tem se tornado uma confissão conplexa e incoerente com a realidade. Entendemos a necessidade de uma fé provada em atitudes e comportamento, uma fidelidade incondicional aos valores do Reino de Deus.
Esses valores podem representar uma contracultura evangélica, uma forma de combater os valores culturais vigentes, que confirmam o tempo da proliferação do engano em que o amor de muitos se esfriará por causa do crescente distanciamento dos Mandamentos de Deus(Mateus 24.12 NTJ). Sem nos aprofundarmos no significado dessa profecia de Mateus 24, queremos apenas dizer que o esfriamento do amor está diretamente relacionado ao nível de engano que nos desvia do comprometimento com Deus.
Por isso, devemos voltar a pensar no quanto temos nos comprometido com a maneira de viver digna do chamado pelo qual fomos chamados (Efésios 4), no comprometimento com o processo que nos levará a cumprir a missão proposta, ou seja, o comissionamento. O chamado vem antes do comissionado, portanto existe um tempo entre o chamado e a execução da missão a qual fomos chamados. O que determinará a finalização desse processo é quanto vivemos de forma digna esse tempo de treinamento e experimentação.
Segundo Rick Joyner: “Paulo foi chamado para ser um apóstolo muitos anos antes de ser comissionado. Então quando alguém sabe que foi comissionado? Se você se faz essa pergunta é porque isso ainda não aconteceu. Quando o Senhor comissionar você para um ministério, você irá saber. O tempo entre o chamado e o comissionamento é o tempo de preparação, esse deve ser um tempo em que nós estamos especialmente crescendo nos dons espirituais que nos foram dados em preparação para o ministério. Apesar disso, quando a comissão vem, há um acréscimo de autoridade e unção que vem com ela. A comissão é um endosso especial do próprio Senhor que ele reconhece e dá suporte ao nosso ministério”.
Porque estamos falando isso? Porque o esfriamento para com o chamado, inevitavelmente nos levará ao rompimento com o próximo, comprometendo o cumprimento da visão de Deus confiada a nós. Esse esfriamento tem o poder de abortar o processo, evitando que cheguemos ao comissionamento, quando Deus nos confirma para servir naquilo que fomos chamados.
O esfriamento tem o poder de adoecer nossa alma, comprometer o funcionamento do corpo de Cristo e trazer ruptura relacional e intercessora (Exemplo de Cain que tinha um problema com Deus e tenta resolver agindo contra seu irmão). Por isso, estamos mobilizando a todos que pudermos a voltar a Deus e aos seus mandamentos, voltar a amá-lo com todo coração, alma e força, reavivando o amor para com o próximo, nossa posição para com o mundo e responsabilidade para com a igreja.
UMA NOVA PERSPECTIVA INTERCESSÓRIA
Reconhecendo o Verdadeiro e o Falso Discernimento
A mobilização só é efetiva se for bem posicionada, nossa atuação só será relevante se for espiritualmente alinhada com a intercessão de Cristo, e com o propósito do Pai. Entendendo que Amor é Compromisso e Compromisso é Atitude, alcançaremos uma nova perspectiva da nossa posição e responsabilidade intercessora, cooperando para com o avanço da Igreja de forma que possa corresponder com a expectativa de finalização de Deus e seu Cristo (1 Coríntios 15.24).
Nunca teremos condições de cumprir nosso papel sacerdotal sem que tenhamos claro esse comprometimento pactual com Deus e com a Igreja. A verdade é que os olhos de muitos estão sendo abertos nesses dias, muitos estão conseguindo fazer uma leitura de mundo e de corpo que até então não era possível, muitos estão alcançando um novo nível de discernimento, percebendo a real condição espiritual do mundo e da igreja. Não temos dúvida que o próprio Espírito de Deus tem aberto nossos olhos com objetivo de promover no meio dos santos despertamento em meio à apostasia, intercessão em meio à injustiça, para que haja arrependimento e mudança de direção alinhando a todos os santos a perspectiva das coisas que virão.
A Questão é: Será que todos nós temos aplicado de forma correta essa nova cosmovisão? Será que essa nova percepção de mundo e corpo tem promovido uma intervenção responsável e restauradora? Será que nosso compromisso com Deus tem nos comprometido para com o próximo? A verdade é que muitos por estarem frios e frustrados, por terem criado expectativas equivocadas em homens e suas instituições, esperando de Deus aquilo que Ele não prometeu fazer, estão agora fazendo uma leitura distorcida, voltando-se contra o corpo, depreciando e condenando duramente o que Deus está restaurando.
Sabemos que o “Discernimento representa a capacidade de perceber corretamente”, contudo o fato de estarmos percebendo algo verdadeiro não significa que nos posicionamos de forma correta. Por isso, queremos mobilizar e posicionar! Para entendermos essa perceptiva intercessora temos que nos espelhar nos homens que alcançaram isso, que não reagiram ao que estavam vendo de forma instintivamente carnal e humana, homens que provaram seu amor e compromisso cooperando com o propósito de Deus e não causas pessoais.
Por exemplo, em Gênesis 18.22, Abraão avisado por Deus sobre o mal que viria sobre a cidade, intercede em favor dos justos, pois por amor a eles uma cidade pode ser poupada. Abraão não levou em consideração seus problemas com Ló, não aplaudiu o mal que viria sobre ele como conseqüência de ter se separado ou não estar mais na sua visão. Abraão mostrou estar comprometido com Deus reivindicando os justos e conseqüentemente uma cidade. Pela falta de justos a cidade foi destruída, mas pela intercessão dele um justo foi poupado.
Da mesma forma Moisés, em Êxodo 32.7-31, diante da idolatria do povo, buscando para para si mesmo ao invés de buscar ao único Deus de Israel, Deus propõe destruir o povo para levar a frente o propósito a partir somente de Moisés. Nesse momento como intercessor zela pelo nome de Deus e pelo cumprimento da promessa dada ao povo, dizendo: “Perdoa-lhes ou risca-me”. Moisés se coloca como um reparador identificando-se com o povo de Israel, mesmo tendo a aprovação de Deus, melhor do que ter a benção de Deus sobre sua vida, era ver a vontade de Deus se cumprindo sobre todo o povo.
Da mesma forma Moisés, em Êxodo 32.7-31, diante da idolatria do povo, buscando para para si mesmo ao invés de buscar ao único Deus de Israel, Deus propõe destruir o povo para levar a frente o propósito a partir somente de Moisés. Nesse momento como intercessor zela pelo nome de Deus e pelo cumprimento da promessa dada ao povo, dizendo: “Perdoa-lhes ou risca-me”. Moisés se coloca como um reparador identificando-se com o povo de Israel, mesmo tendo a aprovação de Deus, melhor do que ter a benção de Deus sobre sua vida, era ver a vontade de Deus se cumprindo sobre todo o povo.
Nessa nova perspectiva intercessora não mediamos em causa própria, não buscamos algo para nós mesmos. O que queremos enfatizar nesse momento é que para nos movermos no discernimento divino devemos ser purificados das reações humanas, devemos crucificar os instintos do pensamento e julgamento humano e carnal. Lembrando sempre que em João 12.47, Jesus diz não ter vindo para julgar, mas para salvar, e por sua palavra determinar nosso destino.
A primeira manifestação Messiânica é de redenção, salvação e graça e partir dessa perspectiva nos preparamos para a segunda manifestação messiânica de juízo. Nosso desafio é assimilarmos a graça e não usurpar esse papel que será cumprido pelo Messias, filho de Davi. Precisamos assumir nossa posição intercessora e zelar pelo cumprimento do propósito.
Seguindo a palavra de Mateus 7.3, precisamos entender que a capacidade de ver fora, e fazer uma leitura correta e responsável, vem da capacidade de ver dentro. Como posso melhorar meu discernimento para poder interceder e ajudar o meu irmão? Removendo vigas, que falam da mentalidade da estrutura religiosa que julga ao invés de mediar e interceder. Uma palavra contra o julgamento religioso, que na verdade estava acumulando julgamento contra si mesmo.
Quando rompermos com o pensamento formatado de julgamento e justiça própria estaremos prontos para uma nova perspectiva intercessora. Em João 7.24 diz: “Parem de julgar pela aparência, mas julguem de forma correta”, ou pela reta justiça, tendo retidão no sentido daquele que observa os mandamentos e a justiça como a vida ordenada e governada por eles. Se meu coração não está em justiça, os dons não funcionarão de forma justa e correta!
Ver claramente significa aprender a não Reagir ao Evidente, a não mais ver pelo véu do espírito crítico, pois podemos cair num ciclo de hipocrisia religiosa que nos colocará em julgamento, pois “Se somos cegos para os nossos pecados o que supostamente discernimos é a imagem de nós mesmos”. Filipenses 1.9-11 diz: “E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção, para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus”.
Paulo nesse momento intercede pelo avanço dos santos e nessa oração identificamos que para alcançarmos uma plena percepção, o amor deve aumentar mais e mais no pleno conhecimento de Cristo, a partir dele alcançamos uma nova percepção intercessora. Queremos colocar no quadro abaixo algumas características do falso e do verdadeiro discernimento que mostrarão se estamos alinhados ou não com essa perspectiva intercessora de Cristo.
Isaías 59.12-16, apresenta um dos mais temíveis quadros de fracasso e apostasia nas Escrituras. Diante desse quadro vemos que Deus busca por homens que possam interceder, ou seja, ocupar um lugar de justiça, se colocar entre o lugar onde a igreja está e o lugar onde ele deve estar. Deus procura por homens que se disponham a não apenas apontar a brecha, mas se colocarem nela! Ezequiel 22.23 -31. “Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei. Por isso eu derramei sobre eles a minha indignação...”
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Uma Equipe Ministerial | Parte I
A Missão Mobilização teve sua fundação em julho de 2003 tendo como uma das definições do termo “Mobilização”, engajamento, “o tempo de movimentar ou Arregimentar a fim de completar o tempo de executar um comando, dessa forma avançamos na direção de um chamado de Deus, para servimos a uma necessidade, para sermos de alguma forma uma resposta a procura de Deus por trabalhadores”. A partir dessa mobilização, passamos a entender nossa missão: Porque existimos? O que fazemos? Pra Quem? A missão é importante, primeiramente para definir a própria equipe. Como poderíamos definir integrantes de uma equipe? Primeiramente como aqueles que têm plena consciência da Missão corporativa e que segundo seu chamado (Função) se envolvem inteiramente com proposta.
A MISSÃO PROPOSTA
A MISSÃO PROPOSTA
Promover os valores do Reino de Deus para testemunho de todos os povos pela manifestação dos Filhos de Deus,para cumprimento de todo propósito de Deus em Cristo pela Igreja sobre a terra.
O ESPÍRITO DE EQUIPE
Durante esses primeiros anos de atuação, um dos principais objetivos tem sido formar uma “Equipe Ministerial” através de um processo de aprendizado pela experimentação. Primeiro entendendo o termo “Equipe” como um grupo de pessoas que “juntas” se aplicam em uma mesma “Missão” exercendo entre si funções diferentes (Visão Corporativa). Portanto, o primeiro valor inegociável dentro da Missão é o “Espírito de Equipe” e cremos que esses anos foram o suficiente para mostrar quem tem esse mesmo “espírito”, quem como na igreja do primeiro século, alcançou essa condição de ter um só coração e alma, demonstrado na identificação coma proposta, visão e valores que permeiam essa jornada.
O Caráter de uma “Equipe” consiste na identificação (No sentido de reconhecer a Missão da Equipe como a sua própria), no envolvimento (No sentido de trazer para si, se comprometer e se importar), na cumplicidade (No Sentido de participatividade, se tornar parte ao ponto de se sentir co-autor de algo, compartilhando alegrias e tristezas), na comunicação (No sentido da capacidade de dialogar com vista ao entendimento e avanço) e a lealdade (No sentido de fidelidade mútua, sinceridade e franqueza). Essa condição não se conquista de um dia para o outro, mas, ao mesmo tempo, ser uma “Equipe” é o primeiro passo para que seja cumprida a “Missão” Proposta.
Durante esses primeiros anos de atuação, um dos principais objetivos tem sido formar uma “Equipe Ministerial” através de um processo de aprendizado pela experimentação. Primeiro entendendo o termo “Equipe” como um grupo de pessoas que “juntas” se aplicam em uma mesma “Missão” exercendo entre si funções diferentes (Visão Corporativa). Portanto, o primeiro valor inegociável dentro da Missão é o “Espírito de Equipe” e cremos que esses anos foram o suficiente para mostrar quem tem esse mesmo “espírito”, quem como na igreja do primeiro século, alcançou essa condição de ter um só coração e alma, demonstrado na identificação coma proposta, visão e valores que permeiam essa jornada.
O Caráter de uma “Equipe” consiste na identificação (No sentido de reconhecer a Missão da Equipe como a sua própria), no envolvimento (No sentido de trazer para si, se comprometer e se importar), na cumplicidade (No Sentido de participatividade, se tornar parte ao ponto de se sentir co-autor de algo, compartilhando alegrias e tristezas), na comunicação (No sentido da capacidade de dialogar com vista ao entendimento e avanço) e a lealdade (No sentido de fidelidade mútua, sinceridade e franqueza). Essa condição não se conquista de um dia para o outro, mas, ao mesmo tempo, ser uma “Equipe” é o primeiro passo para que seja cumprida a “Missão” Proposta.
MINISTERIO = SERVIÇO
Quando falamos em uma “Equipe Ministerial”, estamos falando primeiramente de um grupo de pessoas que juntas se mostram disponíveis e dispostas a “Servir”, dentro de uma diversidade de serviços (1 Coríntios 12.5), desempenhar o trabalho ao qual cada um se sente chamado e comissionado (Experimentado para fazer), procurando ser útil e oportuno, servindo sem interesses pessoais, com objetivo de suprir as necessidades da igreja da localidade. Portanto, Ministério é igual a Serviço, e dessa forma uma Equipe deve buscar viver o testemunho de Cristo preservando o seu zelo (Romanos 12.11), servindo de forma agradável a Deus a todos os santos (Romanos 15.25) e ao mundo. A partir do entendimento de que a Igreja é a manifestação visível de Cristo na terra, acreditamos que ela deve estar inserida na sociedade como um todo, obedecendo aos princípios estabelecidos pela palavra de Deus e expressando uma fé que influencia idéias e ações em cada setor que caracteriza o funcionamento social
Essa disposição em servir é resultado do entendimento dos valores do padrão de vida do Reino segundo o modelo de Cristo, pois segundo Marcos 10:45, Ele não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. Confirmando “Ministério” como “Serviço prestado” que consiste em “Dar” de si mesmo, a fim de cumprir um desígnio divino e suprir uma necessidade. Uma equipe ministerial não procura seus próprios interesses, procura “Servir de Testemunho”, uma expressão muito usada no novo testamento que tem sua raiz na palavra “Martir”, falando daqueles que por seu exemplo provaram a força e genuidade de sua fé em Cristo por não amarem suas próprias vidas. Essa expressão é importante porque hoje estamos sendo desafiados a vivermos em vida seu testemunho de doação em favor das necessidades que estão a nossa volta.
O Servir deve ser a expressão da vida do Espírito de Deus em Nós, da revelação da graça que promove liberdade responsável, tornando-se o reflexo do nosso nível de comprometimento e obediência, pois se servimos a igreja dos nossos dias, servimos segundo o desígnio de Deus e não segundo aquilo que queremos ou não fazer (Atos 13.36), lembrando que como servos de Cristo, seja o que for, façamos de coração, segundo a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens (Efésios 6.6-7). Portanto, uma equipe ministerial é um grupo de pessoas que servem, e só existe uma maneira de servir: Se envolvendo com a necessidade. Por isso, temos procurado nos envolver cada vez mais com a realidade de cada congregação local para que de alguma maneira possamos servir e coopera que juntos possamos alcançar aquilo que estamos visualizando: Tornar-se uma FAMÍLIA e muitos FILHOS à ESTATURA de Cristo, que sejam um louvar para DEUS, uma resposta ao MUNDO e um modelo para todos os SANTOS.
Quando falamos em uma “Equipe Ministerial”, estamos falando primeiramente de um grupo de pessoas que juntas se mostram disponíveis e dispostas a “Servir”, dentro de uma diversidade de serviços (1 Coríntios 12.5), desempenhar o trabalho ao qual cada um se sente chamado e comissionado (Experimentado para fazer), procurando ser útil e oportuno, servindo sem interesses pessoais, com objetivo de suprir as necessidades da igreja da localidade. Portanto, Ministério é igual a Serviço, e dessa forma uma Equipe deve buscar viver o testemunho de Cristo preservando o seu zelo (Romanos 12.11), servindo de forma agradável a Deus a todos os santos (Romanos 15.25) e ao mundo. A partir do entendimento de que a Igreja é a manifestação visível de Cristo na terra, acreditamos que ela deve estar inserida na sociedade como um todo, obedecendo aos princípios estabelecidos pela palavra de Deus e expressando uma fé que influencia idéias e ações em cada setor que caracteriza o funcionamento social
Essa disposição em servir é resultado do entendimento dos valores do padrão de vida do Reino segundo o modelo de Cristo, pois segundo Marcos 10:45, Ele não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. Confirmando “Ministério” como “Serviço prestado” que consiste em “Dar” de si mesmo, a fim de cumprir um desígnio divino e suprir uma necessidade. Uma equipe ministerial não procura seus próprios interesses, procura “Servir de Testemunho”, uma expressão muito usada no novo testamento que tem sua raiz na palavra “Martir”, falando daqueles que por seu exemplo provaram a força e genuidade de sua fé em Cristo por não amarem suas próprias vidas. Essa expressão é importante porque hoje estamos sendo desafiados a vivermos em vida seu testemunho de doação em favor das necessidades que estão a nossa volta.
O Servir deve ser a expressão da vida do Espírito de Deus em Nós, da revelação da graça que promove liberdade responsável, tornando-se o reflexo do nosso nível de comprometimento e obediência, pois se servimos a igreja dos nossos dias, servimos segundo o desígnio de Deus e não segundo aquilo que queremos ou não fazer (Atos 13.36), lembrando que como servos de Cristo, seja o que for, façamos de coração, segundo a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens (Efésios 6.6-7). Portanto, uma equipe ministerial é um grupo de pessoas que servem, e só existe uma maneira de servir: Se envolvendo com a necessidade. Por isso, temos procurado nos envolver cada vez mais com a realidade de cada congregação local para que de alguma maneira possamos servir e coopera que juntos possamos alcançar aquilo que estamos visualizando: Tornar-se uma FAMÍLIA e muitos FILHOS à ESTATURA de Cristo, que sejam um louvar para DEUS, uma resposta ao MUNDO e um modelo para todos os SANTOS.
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